
Nova resposta social - Clube Sénior
social - O Clube Sénior - que irá estar ao dispor de toda a comunidade sénior do
concelho de Vila Nova de Famalicão, a partir de Janeiro de 2010. Com esta nova resposta
ambicionamos criar um serviço de qualidade no seio do nosso concelho para os seniores,
promovendo um envelhecimento activo.
Actualmente, tem-se vindo a falar de envelhecimento activo e/ou bem sucedido, sendo que
o próprio conceito engloba a participação social, económica, cultural, espiritual e
cívica do indivíduo em todas as fases da sua vida. Esta ênfase nos seniores justifica-se
em grande medida pelo envelhecimento demográfico. Nos países ocidentais, actualmente, a
esperança de vida é mais elevada, as condições económicas têm vindo a melhorar para um
número cada vez maior de idosos, os cuidados de saúde estão mais generalizados, do que
estavam há algumas décadas atrás, assim como o acesso à cultura e à educação. O
surgimento das reformas e pensões possibilita igualmente que os seniores se preocupem e
dediquem a outras causas que não só a sobrevivência.
O Clube Sénior da Associação de Ludotecas de Famalicão, surge então para colmatar estas
necessidades, tendo como objectivos desenvolver o convívio saudável e útil entre os
seniores, combater a exclusão social e proporcionar aos mais velhos a oportunidade de
aprenderem, ensinarem e partilharem novas experiências. Pretendemos ainda promover a
valorização social do idoso, que se traduz num conjunto variadíssimo de actividades, que
sendo do interesse do idoso, permite a sua realização pessoal e social.
Destacamos ainda que o Clube Sénior, pretende criar e dinamizar regularmente actividades
sociais, culturais, educacionais e de convívio. Algumas das actividades que teremos
disponíveis são artes plásticas (pintura, barro, artes recicladas), ateliês culturais
(visitas a museus e centros culturais), aulas de Yoga, aulas de manutenção e
reabilitação física (Hidroginástica, ginástica), passeios/ visitas a locais de interesse
cultural, entre outras.
O Clube Sénior funcionará das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30, de Segunda a Sexta
Feira.
Desde já, agradecemos a todos a colaboração na divulgação desta nova resposta social.
"Jogos Tradicionais: Construção e Dinamização".
Esta sessão é dirigida a todos os profissionais que se dediquem à dinamização lúdico-pedagógica de grupos, nomeadamente Educadores, Professores, Animadores Culturais, Auxiliares de Acção Educativa, entre outros. Para além destes, a acção está aberta a qualquer outro interessado no tema.
Informamos ainda que as vagas estão limitadas a um máximo de 20 participantes seleccionados de acordo com a data de realização da inscrição. Todas as inscrições serão devidamente confirmadas, via e-mail ou telefone.
Telefone: 252 374 480
A História do Tantra
De onde surgiram essas características? A maior parte das sociedades primitivas não-guerreiras as tinham.
Toda sociedade na qual a cultura não era centrada na guerra, valorizava a mulher e até mesmo a divinizava, pois ela era capaz de um milagre que o homem não compreendia nem conseguia reproduzir: ela dava a vida a outros seres humanos. Gerava o próprio homem. Por isso era adorada como encarnação da divindade mesma. E mais: através das práticas tântricas, era a mulher que despertava o poder interno do homem por meio do sexo sacralizado. Ainda hoje ela é reverenciada como deusa no Tantra.
Daí, a qualidade matriarcal. Dela desdobram-se as outras duas características. A mãe dá à luz pelo seu ventre – isso é sensorial. Alimenta o filho com o seu seio – isso é sensorial também. Não poderia ser contra a valorização do corpo, não poderia ser anti-sensorial como os brahmácharyas. A mãe é sempre mais carinhosa e liberal do que o pai, até mesmo pelo fato de o filhote ter nascido do corpo dela e não do dele. E também porque é da natureza do macho ser mais agressivo e menos sensível. Pode ser que tal comportamento tenha muita influência cultural, mas é reforçado, sem dúvida, por componentes biológicos.
Por tudo isso e ainda como conseqüência da sensorialidade, desdobra-se a qualidade desrepressora do Tantra. O impulso pelo prazer não é obliterado ou reprimido como ocorre noutras linhas comportamentais. Pelo contrário, o Tantra considera o prazer como uma via bastante válida na conquista do desenvolvimento interior.
Assim era o povo drávida, que vivia antigamente no território hoje ocupado pela Índia. Assim era o Tantra que nasceu desse povo e assim era o Yôga que existia naquela época: um Yôga tântrico.
Mas um dia a Índia começou a ser invadida por hordas de sub-bárbaros guerreiros, os áryas ou arianos.
Ao guerreiro não podem importar o envolvimento mais profundo com a mulher nem a conseqüente família e o afeto. Seria até incoerente. Ele não pode ter laços que o amoleçam ou se sentirá acovardado diante da expectativa da luta e da morte sempre iminente. Então, ele torna-se contra a influência da mulher que frenaria sua liberdade e seu impulso belicoso. É contra os prazeres que o tornariam acomodado. É contra a sensorialidade, pois também não pode se permitir sensibilidade à dor durante o combate ou perante a tortura. Por isso tudo, ele é anti-sensorial, restritivo à mulher e contra o prazer. Por conseqüência, torna-se repressor, pois começa a proibir o sexo, a convivência com a mulher e os prazeres em geral. Depois expande essa restrição, tornando-a uma maneira de ser, uma filosofia comportamental.
Quando os arianos ocuparam a Índia há 3.500 anos, impuseram a cultura brahmácharya (patriarcal, anti-sensorial e repressora), proibindo, portanto, a cultura tântrica (matriarcal, sensorial e desrepressora) por ser oposta ao regime vigente. Quem praticasse o Tantra e reverenciasse a mulher, ou divindades femininas, seria acusado de subversão e traição. Como tal, seria perseguido, preso e torturado até a morte.
Dessa forma, com a sua proibição por razões culturais, raciais e políticas, o Tantra se tornou uma tradição secreta. Continua assim até hoje, pois continuamos vivendo num mundo marcantemente brahmácharya, não apenas na Índia, mas na maior parte das nações.
O Yôga primitivo, de raízes Tantra e Sámkhya, foi resgatado na atualidade e sistematizado com o nome de Swásthya Yôga.
Consta que uma das razões que contribuíram para a queda do Império Romano teria sido a introdução dos banhos quentes como hábito cotidiano, os quais teriam arrefecido a têmpera dos seus, antes, bravos guerreiros. No Brasil, para domar a fibra dos temíveis índios cinta-largas, do Amazonas, os construtores da estrada Transamazônica usaram... açúcar!
Autobiografia, de Swámi Sivánanda, Editora Pensamento, página 140.
Em vários livros de Yôga de linha brahmácharya encontra-se a proibição de se utilizar alho e cebola na alimentação, enquanto nos de Yôga tântrico esses dois alimentos são considerados muito úteis à saúde. É que, por serem bastante energéticos, costumam aumentar a energia sexual de quem os utilize e, como os brahmácharyas são contra a expressão da sexualidade, tais alimentos são tachados de "piores do que a carne".
Artigo extraído do livro Tantra a sexualidade sacralizada. Autor: DeRose.
Educar nos dias de hoje implica a resolução de múltiplos desafios. A experiência de ser pai e mãe obriga a uma constante adaptação, que deverá ser encarada como uma contínua aprendizagem de todos os intervenientes da família.
A Associação de Ludotecas de Famalicão, no seguimento das directrizes nesta área, pretende desenvolver, a partir de Janeiro de 2010, um programa de Educação Parental com o objectivo de abordar os seguintes conceitos: importância da modelagem parental, compreensão dos sentimentos da criança, comunicação activa entre pais e filhos, medidas disciplinares, e encorajamento da criança para a resolução dos seus problemas. O programa decorrerá às Sextas-feiras das 18:30h às 20:00h ou aos Sábados das 9:30h às 11:30h, onde o serviço de babysitting será assegurado durante as sessões.
Desde já, agradecemos a todos a colaboração na divulgação deste novo serviço.
Para inscrições e mais informações poderão contactar o Técnico de Psicologia da Associação, Dr. Paulo Coelho, através do 252374480 ou alf_paulo@iol.pt
Chai – Chá indiano com especiarias
1 litros de água mineral
1/2 copo de açúcar refinado no copo fino
2 paus de canela tamanho médio
1/2 copo de gengibre ralado prensado no copo fino
1/2 copo de leite ninho em pó no copo grande
1 colheres de chá preto inglês rasa
3 sementes de cardamomo
Preparo:
Medir 1 litro de água;
Separar 100ml de água para diluir bem o leite;
O restante por para ferver;
Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar;
Lavar bem o gengibre e ralar;
Por o açúcar e a canela de pau na panela e levar ao fogo;
Utilizar uma colher de pau para mexer até abrir a canela. Tome cuidado para não queimar;
Adicionar o gengibre limpo e ralado e o cardamomo. Misturar bem e deixe até que o gengibre solte um caldo;
Acrescentar a água aquecida;
Deixar ferver em fogo baixo durante 5 minutos. Mexer;
Adicionar o leite em pó já diluído e deixar aquecer durante 1 minuto. Não ferver o leite;
Desligar o fogo e acrescentar o chá preto. Deixe durante 1 minuto para descansar com a panela tampada;
Escaldar a garrafa térmica em água quente;
Coar o chai na peneira e depois experimentar, se necessário adoece mais neste instante;
Coar novamente no coador de pano com o funil para a garrafa térmica;
Pronto! Agora é só se deliciar com um saboroso chai indiano. A aparência deve ser de um café com leite claro, sabor adocicado e picante por conta do gengibre.
Aproveite!
in, http://casadoyoga.com.br/artigo_alimentacao_chai.html
FreeFlow no programa Biosfera da RTP2, hoje às 19h
www.freeflow.pt
Workshop Alimentação Vegetariana - 18 Setembro

Sexta-feira, 18 de Setembro, das 19h as 22h com jantar incluído.
Anahí Flores
Método DeRose
O Educador DeRose

O seu primeiro livro foi escrito aos 18 anos – Prática de Yôga Elementar – tendo três edições publicadas e esgotadas rapidamente. O primeiro livro para o grande público foi o Prontuário de SwáSthya Yôga, editado em 1969, e esgotado logo após o lançamento.
Com mais de 25 anos de viagens à Índia e mais de 12 livros publicados, ensina o seu método na América do Sul, Europa e Índia.
O Mestre DeRose é o codificador Mundial do SwáSthya Yôga. É também Presidente da Confederação Nacional e União Internacional de Yôga. Foi introdutor do Curso de Formação de Instrutores de Yôga nas Universidades Federais e Católicas de praticamente todos os estados do Brasil e na Universidade Nacional da Argentina. DeRose é ainda o fundador da Primeira Universidade de Yôga do Brasil e da Universidade Internacional de Yôga em Portugal.
Reconhecido como autoridade e recomendado por vários Embaixadores da Índia, pelo artista hindu Ravi Shankar, pela Primeira Dama do Yôga, Matají Indra Delví, pela veterana escritora oriental Chiang Sing e por vários Presidentes de Federações de Yôga Estaduais de todo o Brasil.
SwáSthya Yôga em Famalicão
A Escola de Arca d'Água do Porto, http://www.freeflow.pt/, celebrou, em Dezembro de 2008, um protocolo de colaboração com a Associação de Ludotecas de Famalicão* onde estão a decorrer desde o início deste ano aulas de SwáSthya Yôga às quartas-feiras das 20h as 21h30 e Sábados das 11h30 as 12h30.
Informações gerais:
Nome da modalidade de Yôga: SwáSthya Yôga.
O que é: é o nome da sistematização do Yôga Antigo.
Origem: Tronco do Yôga Pré-clássico, surgido há mais de 5.000 anos.
Em que consiste a aula: técnicas corporais, respiratórias, descontracção, concentração e meditação, podendo ser acrescentadas outras, conforme o nível de adiantamento atingido pelo grupo.
Bibliografia principal:
1- Tratado de Yôga, Mestre DeRose;
2- Quando é preciso ser forte, Mestre DeRose
(Bibliografia adicional será indicada pelo Instrutor responsável)
Algumas recomendações para a prática de Yôga:
Para que tenha maior aproveitamento nas suas práticas e plena satisfação na sua evolução pessoal, preste atenção às nossas sugestões:
Atendendo ao tipo de actividade desenvolvida durante a prática de Yôga, em princípio, não sentirá necessidade de tomar banho após a aula. No entanto, caso pretenda tomar banho, deve fazê-lo até meia hora antes e só a partir de 30 minutos após a prática.
Pratique com a digestão feita. Comece, no mínimo, duas horas após e termine meia hora antes da próxima refeição. Antes de praticar esvazie intestinos e bexiga.
Antes de iniciar a prática retire todos os objectos do seu corpo que o possam ferir (óculos, relógios, pulseiras, anéis, brincos, colares, correntes, cintos, etc.)
Para praticar Yôga utilize equipamento simples que lhe permita liberdade de movimentos.
Procure utilizar o mínimo de trajes sobre o corpo, mesmo no Inverno. No entanto, se o frio perturbar o seu bem-estar ou a sua concentração, agasalhe-se tanto quanto precisar. A prática é feita com os pés descalços.
Seja exigente consigo mesmo para obter uma execução perfeita e progredir sempre. Entretanto, não exagere. Use sempre o bom senso. Lembre-se que SwáSthya Yôga é diferente de qualquer outra modalidade. Tem de ir adquirindo paulatinamente a boa forma física. Não agrida o seu corpo, mas também não seja condescendente demais.
4 bons motivos para praticar SwáSthya – O Yôga Antigo:
1 - O Swásthya é saudável, forte e prazeroso. Praticando o nosso método você vai desenvolver mais os seus músculos e ficar muito mais forte; vai alongar seu corpo e torná-lo muito mais flexível; vai aprender a descontrair e a respirar mais e melhor. Tudo isso com técnicas inteligentes, intensas e belíssimas, que sempre respeitam o seu ritmo biológico.
2 - No trabalho e no dia a dia. O Swásthya vai reduzir o seu nível de stress, permitindo-lhe trabalhar mais e melhor com menos esforço; vai contribuir para diminuir o cansaço físico, fazendo desaparecer dores nas costas e pescoço, tornando-o mais alerta, criativo e descontraído.
3 - Nas competições desportivas. Seja no surf, jiu-jitsu, natação, judo, volei ou futebol, praticar Swásthya reduz drasticamente a incidência de entorses, distensões e contusões, aumentando a concentração, o controle emocional e os reflexos.
4 - No aumento da flexibilidade e da capacidade respiratória. Com nosso método você irá ganhar um aumento de até 80% a mais em sua potência respiratória e melhorar em até 70% a flexibilidade. Todo mundo conhece os efeitos impressionantes das técnicas do Yôga sobre os pulmões, músculos e articulações. É impactante o que três meses de prática (com duas aulas por semana) podem fazer pelo seu corpo. A grande maioria dos praticantes sente os resultados na primeira aula!
Mais informações em:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose
Tlm.: 914875715 - Isabel Lima
*ALF: Av. Marechal Humberto Delgado N.º 515 4760-012 Vila Nova de Famalicão


