O que é o SwáSthya Yôga?

"SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga mais completo do mundo, Yôga Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas (Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga). A característica principal é a sua prática ortodoxa denominada ashtánga sádhana." Mestre DeRose

O SwáSthya Yôga é o Yôga Antigo, o próprio Yôga original, naturalista (não-místico), sensorial e desrepressor, codificado no séc. XX pelo Mestre DeRose. É um Yôga extremamente técnico, dinâmico, que não admite misticismo. Um Yôga do período pré-clássico, que respeita a liberdade do praticante e incrementa o bem-estar, descontracção, a alegria, uma sexualidade sadia, prosperidade, o sucesso sócio-económico.

O SwáSthya Yôga tem como característica principal, uma prática completa, ashtánga sádhana que é constituída por oito partes, cujas técnicas são sincronizadas harmoniosamente. Os exercícios brotam uns dos outros mediante passagens, que permitem a existência de verdadeiras coreografias corporais, as quais nenhum outro tipo de Yôga possui.

Finalmente, o SwáSthya Yôga é o único Yôga no mundo que possui regras gerais, ou seja, é o único que oferece auto-suficiência ao praticante.
O SwáSthya Yôga é a sistematização, a codificação da linha Dakshinacharatantrika-Nírishwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica: a mais antiga, portanto a mais autêntica. As raízes do SwáSthya Yôga são o Tantra e o Sámkhya.

O SwáSthya Yôga tem 8 características (astánga guna):
1) ASHTÁNGA SÁDHANA
A característica principal do SwáSthya Yôga é a sua prática ortodoxa denominada ashtánga sádhana (ashta=oito; anga=parte; sádhana=prática). Trata-se de uma prática integrada por oito partes a saber: mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidra, samyama.

2) REGRAS GERAIS DE EXECUÇÃO
Uma das mais notáveis contribuições históricas da nossa sistematização foi o advento das regras gerais, as quais não são encontradas em nenhum outro tipo de Yôga...a menos que venham a ser incorporadas a partir de agora, por influêncioa do SwáSthya Yôga. Já temos testemunhado exemplos dessa tendência em aulas e textos de vários tipos de Yôga em diferentes países, após o contacto com o SwáSthya.
É fácil constatar que as regras e as demais características do nosso método não eram conhecidas nem utilizadas anteriormente: basta consultar os livros de várias modalidades de Yôga publicados antes da codificação do SwáSthya. Em nenhum deles vai ser encontrada referência alguma às regras gerais de execução.
Por outro lado podemos demonstrar que as regras gerais constituíram apenas uma descoberta e não uma adaptação, pois sempre estiveram presentes subjacentemente. Tome por exemplo algumas técnicas, tais como uma anteflexão (paschimôttánásana), uma retroflexão (bhujangásana) e uma lateroflexão (trikônásana), e execute-as de acordo com as regras do SwáSthya Yôga. Depois consulte um livro de Hatha Yôga e faça as mesmas posições seguindo suas extensas descrições para cada técnica. Você vai se surpreender: as execuções serão equivalentes em mais de 90% dos casos. Portanto, existe um padrão de comportamento. Esse padrão foi identificado por nós e sintetizado na forma de regras gerais. Tal facto passou despercebido a tantas gerações de Mestres do mundo inteiro durante milhares de anos e foi descoberto somente na entrada do terceiro milénio da Era Cristã, da mesma forma como a lei da gravidade passou a ser registada pelos grandes sábios e físicos da Grécia, Índia, China, Egipto e do mundo todo, só vindo a ser descoberta recentemente por Newton. Assim como Newton não inventou a gravidade, também não inventamos as regras gerais de execução. Elas sempre estiveram lá, mas ninguém nunca notou. No SwáSthya Yôga as regras ajudam bastante, simplificando a aprendizagem e acelerando a evolução do praticante. Ao instrutor, além disso, poupa um tempo precioso, habitualmente gasto com descrições e instruções desnecessárias.

3) SEQUÊNCIAS COREOGRÁFICAS
Outra importante característica do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito primitivo de treinamento, que consiste em execuções mais naturais, anteriores ao costume de repetir técnicas. A instituição do sistema repetitivo é muito mais recente do que se imagina. As técnicas antigas, livres das limitações impostas pela repetição, tornavam-se ligadas entre si por encandeamentos espontâneos. No SwáSthya Yôga esses encadeamentos constituem movimentos de ligação entre os ásanas não repetitivos nem estanques, o que predispõe à elaboração de execuções coreográficas.
Assim, (A) a não repetição, (B) as passagens (movimentos de ligação) e (c) as coreografias (com ásanas, mudrás, bandhas, kriyás, etc.), são consequências umas das outras, reciprocamente, e fazem parte dessa terceira característica do SwáSthya Yôga. As coreografias também não são uma criação contemporânea. Esse conceito remonta ao Yôga primitivo, do tempo em que o homem não tinha religiões institucionalizadas e adorava o sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução coreográfica é a mais ancestral prática de Yôga: o súrya namaskara! Ocorre que o súrya namaskara é a única reminiscência de coreografia registada nas lembranças do Yôga moderno. Não constitui, portanto, característica sua. Vale lembrar que o Hatha Yôga é um Yôga moderno, um dos últimos a surgir, já no século XI depois de Cristo, cerca de 4.000 anos após a origem primeira do Yôga. Importante: o instrutor que declara ensinar SwáSthya Yôga, mas não monta a aula inteira com formato de coreografia não está transmitindo um SwáSthya 100% legítimo. Quem não consegue infundir nos seus alunos o entusiasmo pela prática em forma de coreografia, precisa fazer mais cursos e estreitar o contacto com a nossa egrégora, pois ainda não compreendeu o ensinamento do codificador do SwáSthya Yôga.

4) PÚBLICO CERTO
É fundamental que se compreenda: para tratar-se realmente de SwáSthya Yôga não basta a fidelidade ao método. É preciso que as pessoas que praticam sejam o público certo. Caso contrário, estarão tecnicamente exercendo o método preconizado, mas, ao fim e ao cabo, não estarão professando o Yôga Antigo. Seria o mesmo que dispor da tecnologia certa para produzir um determinado tipo de pão, mas querer fazê-lo com a farinha errada.

5) SENTIMENTO GREGÁRIO
O sentimento gregário é a força de coesão que nos faz crescer e tornar-nos tão fortes. Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode do nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que a gente fizer, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético, etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.

6) SERIEDADE SUPERLATIVA
Ao travar contacto com o SwáSthya Yôga, uma das principais impressões observadas pelos estudiosos é a superlativa seriedade que se percebe nos nossos textos, linguagem e procedimentos. Essa seriedade manifesta-se em todos os níveis, desde a honestidade de propósitos - uma honestidade fundamentalista - até ao cuidado extremado de não fazer nenhum tipo de doutrinação, nem de proselitismo, nem de promessas de terapia. Definitivamente, não se encontra tal cuidado na maior parte das demais modalidades de Yôga. Fazemos questão absoluta de que os nossos instrutores e alunos sejam rigorosamente éticos em todas as suas atitudes, tanto no Yôga, como no trabalho, nas relações afectivas, na família e em todas as circunstâncias da vida. Devemos lembrar-nos de que, mesmo enquanto alunos, somos representantes do Yôga Antigo e a opinião pública julgará o Yôga a partir do nosso comportamento e imagem.
Em se tratando de dinheiro, lembre-se de que é preferível perder o nobre metal do que perder um amigo, ou perder um bom nome, ou perder a classe.
Devemos mostrar-nos profundamente responsáveis, maduros e honestos ao realizar negócios, ao fazer declarações, ao evitar conflitos, em buscar aprimoramento em boas maneiras, ao cultivar a elegância e a fidalguia. o mundo espera de nós um modelo de equilíbrio, especialmente quando tivermos a obrigação moral de defender corajosamente nossos direitos e aquilo ou aqueles em que acreditamos. Fugir à luta seria a mais desprezível covardia. Lutar com galhardia em defesa da justiça e da verdade é um atributo dos corajosos. Contudo, lutar com elegância e dignidade é algo que poucos conseguem conquistar.

7) ALEGRIA SINCERA
Seriedade e alegria não são mutuamente excludentes. Você pode ser uma pessoa contagiantemente alegre e, ao mesmo tempo, seríssima dentro dos preceitos comportamentais que regem a vida em sociedade. A alegria é saudável e nos predispões a uma vida longa e feliz. A alegria esculpe nossa fisionomia para que denote mais juventude e simpatia. A alegria cativa e abre portas que, sem ela, nos custariam mais esforço. A alegria pode conquistar amigos sinceros e preservar as amizades antigas. Pode até salvar casamentos. Um praticante de Yôga sem alegria é inconcebível. Se o Yôga traz felicidade, o sorriso, e o comportamento descontraído são suas consequências inevitáveis. Entretanto, administre sua alegria para que não passe dos limites e não agrida os demais. Algumas pessoas quando ficam alegres tornam-se ruidosas, indelicadas e invasivas. Esse, obviamente, não é o caso do swásthya yôgin.

8) LEALDADE INQUEBRANTÁVEL
Lealdades aos ideais, lealdade aos amigos, lealdade ao seu tipo de Yôga, lealdade ao Mestre, são características marcantes do Yôga Antigo. No SwáSthya valorizamos até a lealdade aos clientes e aos fornecedores. Simbolicamente, somos leais mesmo aos nossos objectos e à nossa casa, procurando preservá-las e cultivar a estabilidade, ao evitar a substituição e a mudança pelo simples impulso de variar (Yôga chitta vritti nirôdhah).
Há circunstâncias em que mudar faz parte da evolução e pode constituir a solução de um problema de estagnação. Nesse caso, é claro, não se trata de instabilidade emocional. O próprio Shiva, criador do Yôga, tem como um dos seus atributos a renovação. Não há nada mais lindo do que ser leal. Leal quando os demais já deixaram de sê-lo. Leal quando todas as evidências apontam contra seu ente querido, pessoa amada, colega ou companheiro, mas você não teme comprometer-se e mantém-se leal até ao fim. Realmente, não há nada mais nobre que a lealdade, especialmente numa época em que tão poucos preservam essa virtude.
Ashtánga Sádhana:
1. Mudrá - gesto reflexológico feito com as mãos;
2. Pújá - retribuição de energia;
3. Mantra - vocalização de sons e ultra-sons;
4. Pránáyáma - expansão da bioenergia através de exercícios respiratórios;
5. Kriyá - actividade de purificação das mucosas;
6. Ásana – técnicas corporais;
7. Yôganidra - técnica de descontração;
8. Samyama - concentração, meditação e samádhi;

Extraído do livro “Tratado de Yôga”, do Mestre DeRose, considerado o livro mais completo do mundo sobre Yôga.

Workshop "Percussão ecológica" com os be-dom, sábado dia 15


Descubra neste 1º módulo

1.que todos somos musicais por natureza e, por isso, pode e deve divertir-se a fazer música "a custo zero"
2.como pode ensinar ecologia construindo música com lixo, "criando ordem a partir do caos"
3.que pode viver de forma mais inteligente utilizando uma característica que todos temos: a criatividade
4.que pode aprimorar os seus talentos seguindo os princípios dos maiores músicos da História

(workshop destinado a adultos e jovens maiores de 15 anos)
www.freeflow.pt

O QUE É O YÔGA?

Mestre DeRose
“Yôga é qualquer metodologia prática que conduz ao Samádhi.”
Esta é a definição que propus em vários congressos internacionais e que, afortunadamente, tornou-se uma das mais aceites por todos os tipos de Yôga, os quais consideram-na a única que abarca as propostas de todos.

Samádhi é o estado de consciência que só pode ser desenvolvido pelo Yôga. Samádhi está muito além da meditação. Para conquistar esse nível de megalucidez, é necessário operar uma série de metamorfoses na estrutura biológica do praticante.

Isso requer tempo e saúde. Então, o próprio Yôga, em suas etapas preliminares, providencia um acréscimo de saúde para que o indivíduo suporte o empuxe evolutivo que ocorrerá durante a jornada; e provê também o tempo necessário, ampliando a expectativa de vida, a fim de que o yôgin consiga, em vida, atingir a sua meta.

Os efeitos sobre o corpo, sua flexibilidade, fortalecimento muscular, aumento de vitalidade e administração do stress, fazem-se sentir muito rapidamente. Mas para despertar a energia chamada kundaliní, desenvolver as paranormalidades e atingir o samádhi, precisa-se do investimento de muitos anos com dedicação intensiva.

Por isso, a maioria dos praticantes de Yôga não se interessa pela meta da coisa em si (kundaliní e samádhi). Em vez disso, satisfaz-se com os fortes e rápidos efeitos sobre o corpo e a saúde.

O Yôga ensina, por exemplo, como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se, como trabalhar os músculos, articulações, nervos, glândulas endócrinas, órgãos internos, etc. Através de exercícios físicos belíssimos, fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante.

A prática completa do SwáSthya Yôga compreende oito tipos de técnicas (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidra, samyama) que vão actuar em oito áreas distintas, promovendo um aperfeiçoamento multilateral.

Extraído do livro “Tudo sobre Yôga”, do Mestre DeRose

Feliz Natal e Próspero Ano Novo! :-)


Nova resposta social - Clube Sénior

A Associação de Ludotecas de Famalicão vem por este meio divulgar uma nova resposta
social - O Clube Sénior - que irá estar ao dispor de toda a comunidade sénior do
concelho de Vila Nova de Famalicão, a partir de Janeiro de 2010. Com esta nova resposta
ambicionamos criar um serviço de qualidade no seio do nosso concelho para os seniores,
promovendo um envelhecimento activo.

Actualmente, tem-se vindo a falar de envelhecimento activo e/ou bem sucedido, sendo que
o próprio conceito engloba a participação social, económica, cultural, espiritual e
cívica do indivíduo em todas as fases da sua vida. Esta ênfase nos seniores justifica-se
em grande medida pelo envelhecimento demográfico. Nos países ocidentais, actualmente, a
esperança de vida é mais elevada, as condições económicas têm vindo a melhorar para um
número cada vez maior de idosos, os cuidados de saúde estão mais generalizados, do que
estavam há algumas décadas atrás, assim como o acesso à cultura e à educação. O
surgimento das reformas e pensões possibilita igualmente que os seniores se preocupem e
dediquem a outras causas que não só a sobrevivência.

O Clube Sénior da Associação de Ludotecas de Famalicão, surge então para colmatar estas
necessidades, tendo como objectivos desenvolver o convívio saudável e útil entre os
seniores, combater a exclusão social e proporcionar aos mais velhos a oportunidade de
aprenderem, ensinarem e partilharem novas experiências. Pretendemos ainda promover a
valorização social do idoso, que se traduz num conjunto variadíssimo de actividades, que
sendo do interesse do idoso, permite a sua realização pessoal e social.

Destacamos ainda que o Clube Sénior, pretende criar e dinamizar regularmente actividades
sociais, culturais, educacionais e de convívio. Algumas das actividades que teremos
disponíveis são artes plásticas (pintura, barro, artes recicladas), ateliês culturais
(visitas a museus e centros culturais), aulas de Yoga, aulas de manutenção e
reabilitação física (Hidroginástica, ginástica), passeios/ visitas a locais de interesse
cultural, entre outras.

O Clube Sénior funcionará das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30, de Segunda a Sexta
Feira.

Desde já, agradecemos a todos a colaboração na divulgação desta nova resposta social.

"Jogos Tradicionais: Construção e Dinamização".

A Associação de Ludotecas de Famalicão vai realizar um workshop no dia 25 de Novembro de 2009, entre as 19h e as 21h, subordinado ao tema: "Jogos Tradicionais: Construção e Dinamização".

Esta sessão é dirigida a todos os profissionais que se dediquem à dinamização lúdico-pedagógica de grupos, nomeadamente Educadores, Professores, Animadores Culturais, Auxiliares de Acção Educativa, entre outros. Para além destes, a acção está aberta a qualquer outro interessado no tema.

Informamos ainda que as vagas estão limitadas a um máximo de 20 participantes seleccionados de acordo com a data de realização da inscrição. Todas as inscrições serão devidamente confirmadas, via e-mail ou telefone.

Telefone: 252 374 480

A História do Tantra

O Tantra é uma filosofia comportamental de características matriarcais, sensoriais e desrepressoras.

De onde surgiram essas características? A maior parte das sociedades primitivas não-guerreiras as tinham.

Toda sociedade na qual a cultura não era centrada na guerra, valorizava a mulher e até mesmo a divinizava, pois ela era capaz de um milagre que o homem não compreendia nem conseguia reproduzir: ela dava a vida a outros seres humanos. Gerava o próprio homem. Por isso era adorada como encarnação da divindade mesma. E mais: através das práticas tântricas, era a mulher que despertava o poder interno do homem por meio do sexo sacralizado. Ainda hoje ela é reverenciada como deusa no Tantra.

Daí, a qualidade matriarcal. Dela desdobram-se as outras duas características. A mãe dá à luz pelo seu ventre – isso é sensorial. Alimenta o filho com o seu seio – isso é sensorial também. Não poderia ser contra a valorização do corpo, não poderia ser anti-sensorial como os brahmácharyas. A mãe é sempre mais carinhosa e liberal do que o pai, até mesmo pelo fato de o filhote ter nascido do corpo dela e não do dele. E também porque é da natureza do macho ser mais agressivo e menos sensível. Pode ser que tal comportamento tenha muita influência cultural, mas é reforçado, sem dúvida, por componentes biológicos.

Por tudo isso e ainda como conseqüência da sensorialidade, desdobra-se a qualidade desrepressora do Tantra. O impulso pelo prazer não é obliterado ou reprimido como ocorre noutras linhas comportamentais. Pelo contrário, o Tantra considera o prazer como uma via bastante válida na conquista do desenvolvimento interior.

Assim era o povo drávida, que vivia antigamente no território hoje ocupado pela Índia. Assim era o Tantra que nasceu desse povo e assim era o Yôga que existia naquela época: um Yôga tântrico.

Mas um dia a Índia começou a ser invadida por hordas de sub-bárbaros guerreiros, os áryas ou arianos.

Ao guerreiro não podem importar o envolvimento mais profundo com a mulher nem a conseqüente família e o afeto. Seria até incoerente. Ele não pode ter laços que o amoleçam ou se sentirá acovardado diante da expectativa da luta e da morte sempre iminente. Então, ele torna-se contra a influência da mulher que frenaria sua liberdade e seu impulso belicoso. É contra os prazeres que o tornariam acomodado. É contra a sensorialidade, pois também não pode se permitir sensibilidade à dor durante o combate ou perante a tortura. Por isso tudo, ele é anti-sensorial, restritivo à mulher e contra o prazer. Por conseqüência, torna-se repressor, pois começa a proibir o sexo, a convivência com a mulher e os prazeres em geral. Depois expande essa restrição, tornando-a uma maneira de ser, uma filosofia comportamental.

Quando os arianos ocuparam a Índia há 3.500 anos, impuseram a cultura brahmácharya (patriarcal, anti-sensorial e repressora), proibindo, portanto, a cultura tântrica (matriarcal, sensorial e desrepressora) por ser oposta ao regime vigente. Quem praticasse o Tantra e reverenciasse a mulher, ou divindades femininas, seria acusado de subversão e traição. Como tal, seria perseguido, preso e torturado até a morte.

Dessa forma, com a sua proibição por razões culturais, raciais e políticas, o Tantra se tornou uma tradição secreta. Continua assim até hoje, pois continuamos vivendo num mundo marcantemente brahmácharya, não apenas na Índia, mas na maior parte das nações.



O Yôga primitivo, de raízes Tantra e Sámkhya, foi resgatado na atualidade e sistematizado com o nome de Swásthya Yôga.

Consta que uma das razões que contribuíram para a queda do Império Romano teria sido a introdução dos banhos quentes como hábito cotidiano, os quais teriam arrefecido a têmpera dos seus, antes, bravos guerreiros. No Brasil, para domar a fibra dos temíveis índios cinta-largas, do Amazonas, os construtores da estrada Transamazônica usaram... açúcar!

Autobiografia, de Swámi Sivánanda, Editora Pensamento, página 140.

Em vários livros de Yôga de linha brahmácharya encontra-se a proibição de se utilizar alho e cebola na alimentação, enquanto nos de Yôga tântrico esses dois alimentos são considerados muito úteis à saúde. É que, por serem bastante energéticos, costumam aumentar a energia sexual de quem os utilize e, como os brahmácharyas são contra a expressão da sexualidade, tais alimentos são tachados de "piores do que a carne".

Artigo extraído do livro Tantra a sexualidade sacralizada. Autor: DeRose.
A Associação de Ludotecas de Famalicão tem um novo serviço de educação e formação parental, desenvolvido a pensar em todos os pais, famílias e encarregados de educação.
Na verdade, as recentes mudanças ocorridas na estrutura social e familiar acarretam vários desafios para o desempenho das funções parentais nos dias de hoje. Também os contributos teóricos da psicologia, concretamente nas áreas de estudo das relações precoces e dos estilos parentais, bem como, da importância da família para o desenvolvimento e equilíbrio infanto-juvenil, vêm encorajar o crescente investimento nesta área de intervenção.

Educar nos dias de hoje implica a resolução de múltiplos desafios. A experiência de ser pai e mãe obriga a uma constante adaptação, que deverá ser encarada como uma contínua aprendizagem de todos os intervenientes da família.

A Associação de Ludotecas de Famalicão, no seguimento das directrizes nesta área, pretende desenvolver, a partir de Janeiro de 2010, um programa de Educação Parental com o objectivo de abordar os seguintes conceitos: importância da modelagem parental, compreensão dos sentimentos da criança, comunicação activa entre pais e filhos, medidas disciplinares, e encorajamento da criança para a resolução dos seus problemas. O programa decorrerá às Sextas-feiras das 18:30h às 20:00h ou aos Sábados das 9:30h às 11:30h, onde o serviço de babysitting será assegurado durante as sessões.

Desde já, agradecemos a todos a colaboração na divulgação deste novo serviço.
Para inscrições e mais informações poderão contactar o Técnico de Psicologia da Associação, Dr. Paulo Coelho, através do 252374480 ou alf_paulo@iol.pt

DeRose explana sobre a semente rudraksha

Chai – Chá indiano com especiarias

Ingredientes:

1 litros de água mineral
1/2 copo de açúcar refinado no copo fino
2 paus de canela tamanho médio
1/2 copo de gengibre ralado prensado no copo fino
1/2 copo de leite ninho em pó no copo grande
1 colheres de chá preto inglês rasa
3 sementes de cardamomo
Preparo:

Medir 1 litro de água;
Separar 100ml de água para diluir bem o leite;
O restante por para ferver;
Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar;
Lavar bem o gengibre e ralar;
Por o açúcar e a canela de pau na panela e levar ao fogo;
Utilizar uma colher de pau para mexer até abrir a canela. Tome cuidado para não queimar;
Adicionar o gengibre limpo e ralado e o cardamomo. Misturar bem e deixe até que o gengibre solte um caldo;
Acrescentar a água aquecida;
Deixar ferver em fogo baixo durante 5 minutos. Mexer;
Adicionar o leite em pó já diluído e deixar aquecer durante 1 minuto. Não ferver o leite;
Desligar o fogo e acrescentar o chá preto. Deixe durante 1 minuto para descansar com a panela tampada;
Escaldar a garrafa térmica em água quente;
Coar o chai na peneira e depois experimentar, se necessário adoece mais neste instante;
Coar novamente no coador de pano com o funil para a garrafa térmica;
Pronto! Agora é só se deliciar com um saboroso chai indiano. A aparência deve ser de um café com leite claro, sabor adocicado e picante por conta do gengibre.

Aproveite!

in, http://casadoyoga.com.br/artigo_alimentacao_chai.html

FreeFlow no programa Biosfera da RTP2, hoje às 19h

Hoje as 19h na RTP2, programa Biosfera, workshop de alimentação vegetariana, gravado na FreeFlow!

www.freeflow.pt

Workshop Alimentação Vegetariana - 18 Setembro


Sexta-feira, 18 de Setembro, das 19h as 22h com jantar incluído.

Mais informações em http://www.freeflow.pt/